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Os parceiros

Parque nacional do Vésuve (Chefe de fila do projecto)
 
  No dia 5 de Junho nascia oficialmente o Parque nacional do Vésuve, para proteger o único complexo vulcânico continental ainda activo na Europa.-

Os objectivos do Parque são:

  • a conservação da fauna, da flora e das estruturas geomorfológicas presentes;
  • a aplicação de modelos de gestão e de preservação da natureza;
  • o apoio de actividades educativas, recreativas e de pesquisa duradoura;
  • a reconstituição e a defesa dos equilíbrios hidráulicos e hidrogeológicos;
  • valorização de actividades culturais, agrícolas e artesanais tradicionais.
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    Região Ombrie
     
      A superfície florestal da Ombrie (Itália central) é de cerca de 300 000 ha e abrange 35,6% da superfície do território regional (cerca de 845 000 ha). As florestas ordenadas em mata representam 85% da superfície florestal total. As florestas em propriedade privada representam 72% da superfície florestal total.

    A Região Ombrie desde então sempre conduziu actividades de gestão e de valorização do seu património florestal. Essas acções, com a transferência das competências florestais para as administrações regionais, tornaram-se os objectivos-condutores da política florestal regional. Em Ombrie, a administração regional exerce funções de programação e de orientação geral, e desenvolve actividades ligadas ao conhecimento das florestas, enquanto que as funções administrativas são delegadas às Comunidades Montanhesas (associações de municípios) e as funções de controlo ao Corpo Florestal do Estado.

     
         
     
    Generalitat Valenciana
     
      A Generalitat Valenciana, conjunto das instituições do governo da Comunidade Autónoma de Valença (Espanha), participa no projecto através do deu Departamento "Território e Alojamento" (Conselleria de Territori i Habitatge), responsável pelo ordenamento e a planificação do território, do ambiente, bem como da gestão do solo e do alojamento. A gestão dos espaços florestais, e nomeadamente a prevenção dos fogos florestais, é um aspecto fundamental da política ambiental da Generalitat Valenciana.  
         
     
    Região autónoma de Murcie
     
      A região de Murcie, situada no sudeste de Espanha, apresenta uma grande diversidade biológica. A sua superfície protegida (6% do território regional) está repartida entre Parques regionais, Paisagens protegidas e Reservas naturais (4%). Aumentou consideravelmente com a declaração de 22 ZPS (Zonas de protecção especiais – Directiva Aves) e 50 ZSC (Zonas especiais de conservação – Directiva Habitates)

    Os seus espaços florestais, dos quais 68% pertencem à proprietários privados, são dos mais singulares do continente europeu, com um grande número de espécies endémicas ibero-africanas que coexistem com aquelas propriamente ibéricas (mais de 200 espécies vegetais no total). Neste contexto, a actividade florestal está centrada fundamentalmente nas "comarcas" do interior (zonas pilotas do projecto). A sua importância económica é pequena, mas essencial como fonte de rendimento para as populações das zonas de montanha, e como ferramenta de gestão e de conservação dos recursos naturais.

    Na Região de Murcie, o projecto RECOFORME é gerido pela Direcção geral do meio natural, da "Consejería de Medio Ambiente y Ordenación del Territorio," que, entre outros, tem competências em matéria de preservação e de conservação do património natural bem como de diversidade biológica. O seu serviço de ordenamento e de gestão dos recursos naturais (Service de Ordenacion y Gestión de los Recursos Naturales) tem as competências seguintes:

    • gestão integrada do território em relação aos aspectos de conservação e de desenvolvimento duradouro dos recursos naturais.
    • élaboração, execução e avaliação contínua de projectos florestais nos territórios dos quais está encarregado.
    • preservação e gestão das florestas (incluindo as florestas de "utilidade pública").
    • Desenvolvimento e aplicação da estratégia florestal regional e da planificação florestal.
    • adaptação e autorização da recolha duradoura em recursos florestais.
     
         
     
    Associação Internacional Floretas Mediterrâneas :
     
      A AIFM, criada em 1996, tem como função facilitar as trocas de conhecimentos, de experiências ou de concepções no que diz respeito às florestas mediterrâneas, entre todas as pessoas relacionadas com o assunto, e em particular nos países com o clima mediterrâneo.

    O objectivo dessas trocas é de ajudar na resolução dos problemas encontrados na gestão e na utilização dos espaços naturais e florestais mediterrâneos, e de permitir uma reflexão em conjunto para melhor valorizar esses espaços nas políticas de ordenamento e de desenvolvimento

    Para isso, A AIFM dispõe de uma rede de cerca de 3 000 membros espalhados pelos países da zona mediterrânea, composta por pessoas, associações e organismos nacionais e internacionais representativos dos diferentes meios : eleitos, silvicultores, ambientalistas, universitários (de todas as disciplinas), protecção civil…


     
         
     
    Agência pública do maciço das Alpilles
     
      Os 16 municípios das Alpilles juntaram-se ao Conselho regional Provence-Alpes-Côte d'Azur e ao Conselho geral das Bouches-du-Rhône, para formar um sindicato misto : a Agência pública do maciço das Alpilles.

    Criada em 1996, a Agência atribuiu-se como missão a protecção, a gestão e a valorização das Alpilles. Está na origem da Directiva "Paisagem" Alpilles, dos projectos de defesa da floresta contra os incêndios, da restauração dos terrenos incendiados, e hoje em dia do Parque natural regional das Alpilles.

    A entidade geográfica das Alpilles soube criar uma organização forte e coerente do território, capaz de responder à problemática do sítio : dos municípios rurais com forte identidade, dotados do maior maciço florestal do departamento regularmente ameaçado pelos incêndios, enquadrados por grandes cidades e submetidos aos compromissos do desenvolvimento da economia turística, num meio agrícolo, rural e vivo.

     
         
     
    Associação Internacional Floretas Mediterrâneas :
     
      A AIFM, criada em 1996, tem como função facilitar as trocas de conhecimentos, de experiências ou de concepções no que diz respeito às florestas mediterrâneas, entre todas as pessoas relacionadas com o assunto, e em particular nos países com o clima mediterrâneo.

    O objectivo dessas trocas é de ajudar na resolução dos problemas encontrados na gestão e na utilização dos espaços naturais e florestais mediterrâneos, e de permitir uma reflexão em conjunto para melhor valorizar esses espaços nas políticas de ordenamento e de desenvolvimento

    Para isso, A AIFM dispõe de uma rede de cerca de 3 000 membros espalhados pelos países da zona mediterrânea, composta por pessoas, associações e organismos nacionais e internacionais representativos dos diferentes meios : eleitos, silvicultores, ambientalistas, universitários (de todas as disciplinas), protecção civil…

     
         
     
    Os financiadores
     
     
    União europeia (FEDER)
     
     
    Conselho regional Provence-Alpes-Côte d'Azur (França)
     
     
    Fundos nacionais para o ordenamento e o desenvolvimento do território (França)
     
     
    Agência pública do maciço das Alpilles (França)
     
     
    Ministero dell'economia e finanze (Itália)
     
     
    Região Ombrie (Itália)
     
     
    Parque nacional do Vésuve (Itália)
     
     
    Região autónoma de Murcie (Espanha)
     
     
    Generalitat Valenciana (Espanha)
     
     
    Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central – Piddac (Portugal)
     
     
    Direcção geral dos recursos florestais (Portugal)
     

    Os parceiros e os financiadores